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O que é Video Marketing?

A utilização das potencialidades do vídeo na definição da uma estratégia de marketing deixou de ser uma tendência para passar a ser um dos eixos basilares para as marcas. MARKETING Quando se fala de Video Marketing está a ser feita uma associação entre dois conceitos. Considerando que não existem grandes dúvidas quanto ao conceito de “Vídeo” e partindo da ideia de que, por “Marketing”, se entende o conjunto de técnicas que visam criar valor percebido relativamente a um produto ou serviço, chegamos à seguinte definição: utilização de vídeo para promover o valor percebido junto de determinado público-alvo. A utilização das potencialidades do vídeo na definição da uma estratégia de marketing deixou de ser uma tendência para passar a ser um dos eixos basilares para as marcas. Normalmente quando se fala em video marketing, a primeira ideia que ocorre é vídeos virais nas redes sociais. E sim, esta é uma das imensas potencialidades da incorporação desta ferramenta nas campanhas de marketing, no entanto o paradigma é agora expandir a utilização do vídeo a toda a experiência dos consumidores com determinada marca. A era do Marketing 1.0 e 2.0, centrados no produto e no consumidor, são parte de uma história, não distante, mas demarcada. Estamos no auge do Marketing 3.0 em que a dimensão do ser humano no seu todo e do seu local no mundo são a diferença entre uma marca de sucesso e uma condenada à extinção e já começam a surgir vozes que falam de um upgrade para Marketing 4.0. Toda a experiência do consumidor com uma marca é fundamental e esta tem de ser capaz de atuar em todos os níveis do funil de compra, desde a consciencialização e envolvimento, passando pela conversão até à retenção e advocacia. Quando um produto é lançado, tem como fim a satisfação de uma necessidade. Uma empresa pode salientar os benefícios da sua proposta de valor através de uma descrição escrita. Pode também criar uma listagem de qualidades e características. Pode, inclusivamente, tentar capturar a sua essência através de duas ou três catchphrases. O único obstáculo ao sucesso destas estratégias é a falta de garantia que os clientes, efetivamente, leiam todos estes conteúdos. A estrutura narrativa do vídeo é um incentivo natural a que o público o consuma de início ao fim. Trata-se de uma história que transporta o cliente para um sítio em que se sente motivado a querer saber o que acontece depois. Imaginemos, por exemplo, que tem uma pequena livraria e está a aproximar-se uma altura do ano sem que haja grandes ocasiões festivas e o tempo está chuvoso. Uma hipótese será postar na sua rede social uma mega campanha com descontos ou criar uma imagem repleta de call-to-action para a compra a preços únicos. A probabilidade deste conteúdo ser ignorado é considerável, no entanto se criar um vídeo cativante com alguém a ler um livro, numa cadeira confortável à lareira, e de toda a viagem imaginativa que o livro desperta, a probabilidade do vídeo vir a ser partilhado aumenta exponencialmente. Primeiro porque é agradável assistir ao vídeo, segundo porque a música selecionada é aconchegante e inspira a um programa calmo e relaxante, terceiro porque quem está a ler provoca empatia e tem uma voz agradável com que o público se pode relacionar. Estabelece-se uma ligação emocional com uma marca que tem agora um rosto. A escolha do livro pode até ser estratégica e permitir cativar para um livro que é interessante mas para o qual não tem havido procura.

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